jueves, 25 de noviembre de 2010

Imagen digital de Luadosul
Los labios pálidos de amor
Sedientos de humedad
De saliva, sin pudor
Gritan en soledad
Agrietados en un tiempo
En el que ya no estás
Susurran a media voz
Deseosos de sabor
Inconfundible sequedad
De tus derroches de cariño
Quiero ese ahogo de beso
Que brota del brocal innato
de un abrazo mortal
exponiendo los deseos
de dos locos de ansiedad!

6 comentarios:

Taty Cascada dijo...

Hola:
Agradecida por tu comentario, me ha permitido conocer tu morada y tus escritos...
Leía tu poema derrochas una sutil sensualidad. Ese tipo de beso que alude tu escrito, es ese tipo de beso: intenso, profundo, apasionado, desmemoriado, y cuando no se tiene se extraña.
Un beso.

Maria Valadas dijo...

Minha querida amiga e companheira das madrugadas de poesia e conversas hilariantes: Quanta a saudade que tenho também de ti!

Bem- hajas pela poesia que brota do teu coração.
Adoro as tuas pinturas... aliás, tudo o que vem de ti, porque és uma autora com letra grande.

Adriana, Estou sem messenger, peço-te que adiciones no Facebook.
Quero- te lá entre tantos amigos e todos eles, amntes da poesia.

Beijos com mt carinho da

Maria.

~*Rebeca e Jota Cê*~ dijo...

Uma voz que sussurra num momento que detalha os desejos.

Beijo imenso, menina linda.

Rebeca

-

J. Monteiro dijo...

Os beijos que tenho para dar!
Só os darei a uma pessoa...
Que muito longe me faz sonhar...
Com cânticos d'amor que entoa!

Parabéns pelo teu lindo poema!
Beijos

J. Monteiro dijo...

Para Uruguay de Portugal...
Um abraço com muito carinho!
Desejo um ano especial...
Com poesia no teu cantinho!

Beijos

J. Monteiro dijo...

Feliz Ano 2011, com muita saude, alegria e muita poesia!

Beijos!

José Monteiro